Uma cidade que nasce do encontro
Ruas, praças e um terminal que pulsa: Ponta Porã se organiza em torno do que conecta, não do que separa.
Um percurso visual por símbolos, encontros e expressões que conectam Ponta Porã à identidade viva da fronteira.
Iniciar percursoEntre patrimônio, arquitetura, dança e memória popular, a cultura revela como a fronteira transforma diferenças em convivência.
Esta página não é uma vitrine estática. É um catálogo em construção, aberto às obras, pessoas e experiências publicadas pela curadoria do PTIn.
Imagens e narrativas se alternam como páginas de um catálogo, sem separar a arte da paisagem onde ela acontece.
Ruas, praças e um terminal que pulsa: Ponta Porã se organiza em torno do que conecta, não do que separa.
Duas figuras se curvam uma em direção à outra, nas cores do Brasil e do Paraguai — um símbolo da convivência que define esse território binacional.
Cerâmica, terra e trabalho manual: os vasos que ladeiam a entrada da cidade contam uma história de ofício que atravessa gerações.
Arcos, ameias e simetria: os prédios mais antigos da cidade guardam o desenho de uma época e ainda emprestam identidade às ruas de hoje.
O mural na fachada da Câmara Municipal reúne viola, harpa, chimarrão e trem — símbolos que os próprios ponta-poranenses escolheram para contar quem são.
No traje típico e no passo da dança regional, o vestido rodado e o poncho dividem a mesma cena — a cultura da fronteira se expressa no corpo antes de virar palavra.
Mais do que uma bebida, o tereré é pausa, roda de conversa e acolhimento — um costume tão importante que dá nome à memória que o CEIMPP existe para preservar.
Entre sombra de árvores e espaço aberto, o Parque dos Ervais é onde Ponta Porã se encontra fora de casa — caminhada, convivência e ar livre no meio urbano.
É sobre essa mesma paisagem que a cidade ergue seus novos espaços de inovação — a memória cultural como base, não como contraste, do que vem a seguir.
Conheça encontros, oficinas e experiências que movimentam o ecossistema cultural do PTIn.
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